EMFIM SOU CORNINHO EM NOSSA CAMA
Conto enviado na data 19/04/2011, Enviado por EDYBAIANOEMFIM SOU CORNINHO EM NOSSA CAMA
estavamos numa rede de Supermercados fazendo compras com a minha esposa. Nunca poderia imaginar como minha vida a partir daquele dia iria mudar para melhor iria realziar a minha maior fantasia ser um corno e ver minha esposa transando em nossa cama com outro homem.
Como de costume combinamos nos separar para fazer as compras com mais velocidade, mas assim que entramos no estabelecimento um Senhor se mostrou intensamente impressionado com minha esposa. Olhou todo seu corpo avaliando cada parte sem se preocupar com a minha presença. Quando estávamos bem próximos ele fixou seu olhar no dela que tentou encará-lo com desdém, mas sucumbiu baixando a vista com o rosto avermelhado. Agarrou meu braço com mais força e pude sentir como ela estava trêmula. Fiquei atônito e só parei de sentir o incômodo daquele olhar quando mudamos de corredor.
Superado o incidente, mesmo me sentindo excitado, provavelmente por conta da adrenalina que percorria meu corpo e com Sra. Parreiras ainda trêmula tentamos retomar nossa rotina e fazer nossas compras.
Poucos minutos depois voltei a esbarrar com o rapaz que me evitou mudando de corredor. Percebi, quase que por intuição, que ele procurava por Senhora Parreiras. Resolvi juntar-me a ela e passei a também procurá-la.
Corri os corredores pela área dos caixas. Encontrei no fim de um dos corredores se esforçando para pegar um produto no alto de uma prateleira. Enquanto me dirigia ao seu encontro testemunhei uma cena que jamais esquecerei.
O produto cai ao toque da Senhora Parreiras, e do nada surge o rapaz. Abraça Senhora Parreiras por traz evitando sua queda e desvia o produto que cai no piso.
Abraçado ao corpo de Senhora, Parreiras ele descaradamente acaricia o seio de Senhora,Parreiras preso em sua mão enquanto fala algo em seu ouvido. Senhora, Parreiras esta recuperando o equilíbrio e o Edy leva mão de Senhora, Parreiras até sua pélvis. Eu já estou bastante próximo e Senhora Parreiras esta olhando fixamente para mim, face outra vez ruborizada, mas percebo que seu dedos envolvem o pênis do rapaz acariciando-o por eternos segundos.
Quando finalmente chego Senhora Parreiras se lança em meus braços só então realmente se afastando do rapaz.
O inusitado não para ai. Descarado, e sem saber como reagir, ele se apresenta a mim estendendo a mão que prendera o bico do seio de minha esposa acariciando-o e que ainda estava intumescido.
- Me chamo Edy e vi sua esposa caindo...
Senhora, Parreiras com a voz trêmula agradece e Edy da mais uma demonstração de petulância, dizendo que foi um prazer ajudá-la faz uma carícia em seu rosto. Foi a gota d´água eu fiqeui exitado com aquela situação e vi que minha esposa tmb estava e vi que ela olhava sem para a virilha dele que estava com com a pica bem dura ele tinha emcoxado a minha esposa ai eu lembrei da nossa fantasia só não tive coragem na hora de convida-lo. Já no caminho estávamos começando a rir daquilo tudo, somos assim, sempre brincamos um com o outro evitando que os transtornos do cotidiano afetem nossa relação.
Chegamos em casa e o calor nos levou ao banho e, apesar de suados, foi entre carinhos que fomos um tirando a roupa do outro.
Eu já estava nu e ereto e Senhora Parreiras estava só de calcinha quando resolvi provocá-la abraçando-a por trás e prendendo seu seio esquerdo e acariciando o mamilo como EDY fizera. Ela percebeu imediatamente que eu notara a carícia tanto que ruborizou imediatamente. Mas seu corpo reagiu positivamente enrijecendo o mamilo e arrepiando-se totalmente, doa pés a cabeça era um só arrepio.
Peguei então sua mão, para mostrar que a tudo percebera e a fiz tocar em meu sexo rijo. Ela repetiu a carícia feita em EDY ficando ainda mais ruborizada e ofegante.
Venci a barreira da calcinha para descobrir um sexo ensopado de lubrificação. Ela me manteve preso em sua mão e eu comecei a falar em seu ouvido que se o Edy a visse agora, assim, só de calcinha, encharcada de tesão, não resistiria. Ela sem domínio de seu corpo começava a corcovear entrando no frenesi de um gozo intenso. Enquanto isso eu inventava história e na seqüência a interpretava, sempre falando do Edy.
Ele, aproveitando seu devaneio momentâneo, roubaria um delicioso beijo nesta boca linda, sentindo seus dedos deslizarem por todo seu rígido membro, Aproveitando-se da total entrega romperia a barreira de sua calcinha para extasiado perceber a abundante umidade de seu faminto sexo.
Sem se conter arrancaria esta última peça para sugar cada gota de seu néctar levando-a a este intenso orgasmo que se anuncia,
Tive que me calar para sugar aquele sexo com a avidez que ele exigia. Senhora Parreiras perdera todo pudor. Seu corpo vibrava intensamente, seus olhos mostravam seu total êxtase e entre gemidos, arfando, gritando, repetia: - Vai Edy, chupa esta tua vadia, faz ela gozar Edy, me chupa como meu marido nunca me chupou.
Ana chorava de prazer, fazia sexo com os meus lábios e língua como se fosse do tal Edy...
Passado o orgasmo Senhora Parreiras estava acanhada, mas eu não ia permitir que aquele momento de fantasia prejudicasse nosso amor nem aquele momento. Eu estava transpirando tesão.
Peguei a blusa de Minha esposa e dizendo a ela que agora que ela já gozara com o Edy ele queria possuí-la totalmente. Enquanto vedava seus olhos com sua blusa disse que eu iria sair do banheiro deixando-a com o seu amante, mas que ele deveria ser discreto evitando falar para não ser descoberto.
A partir deste momento me calei. Abri e fechei a porta fingindo sair. Mantive-me imóvel e calado por alguns segundos observando o belo e agitado corpo de Ana.
Abri e fechei a porta mais uma vez e, calado tentei não ser eu mesmo evitando carícias que me denunciasse.
Tomei o corpo de Ana como se fosse seu amante ansioso por possuí-la. Em silêncio dei vazão as minhas fantasias fazendo-a segurar com as duas mãos a barra superior do box de costas para mim e iniciei, por trás, uma lenta penetração na lubrificada vagina curtindo cada centímetro penetrado.
Ela se esforçava para me engolir totalmente, ficava na ponta do pé para em seguida deixar o corpo descer sobre meu pênis, mas eu tinha o total controle da situação. Seu orgasmo começou a se anunciar quando meu corpo se colou totalmente ao dela numa penetração total como raramente eu conseguira.
Meu pênis parecia estar maior e mais grosso aquele dia e quando iniciei as fortes estocadas ela uivou entrando em um orgasmo pleno, total, múltiplo.
Eu a estocava mais rápida e mais violentamente. Meu pênis praticamente saia de seu corpo para em seguida estocar suas entranhas profundamente.
Como num passe de mágica ela vira o corpo e se apóia com as mãos no chão se arreganhando toda para que eu conseguisse ir ainda mais fundo em seu íntimo. Ela suplicava ao Edy, e não a mim para satisfazê-la totalmente. Penetrá-la até onde seu marido jamais estivera para se sentir mais uma vez deflorada, Pedia ao Edy para fazer dela a puta que sempre quis ser.
Meu gozo se aproximava e levei Minha esposa a loucura total ao aplicar em sua bunda vigorosas palmadas. Enlouquecida ela se livra de mim, deita de costa no piso, ergue as pernas arreganhadas quase até os ombros com a ajuda das mãos e pede ao seu amante; Edy me arreganha, me estupra, me possui como o corno do meu marido nunca fez.
Aquela atitude, aquelas palavras, me irritaram, mexeram com meu brio, mas conseguiram excitar-me ainda mais e eu que já estava experimentando uma ereção inédita vi meu membro ainda mais se avolumar e passei a possuir Minha amada esposa de forma quase animalesca.
Agora era ela que dava palmadinhas pedindo a seu cavalinho para ir mais fundo e mais rápido e sempre me chamando de Edy sentindo seu orgasmo se intensificar ainda mais num clímax nunca experimentado implorou pelo meu gozo que veio abundante em fortes jorros me fazendo paralisar na sua profunda entranha, sentindo-me sugado, massageado, espremido por uma vulva louca de uma mulher ensandecida de prazer.
Minha esposa então me suplica; Edy beija a boca desta sua puta.
Durante o beijo seu corpo todo repentinamente relaxa e ela em euforia me beija todo rosto sempre repetindo; meu marido agora é um maravilhoso corninho. Eu ainda estou dando as últimas e leves estocadas plenamente satisfeitas.
Levantamos e entre carinho nos banhamos.
Mas não acabou por ai o idílio. Passado algum tempo, já deitados ainda nus em nossa cama, ela se levanta, pega na sua bolsa um papel, pega o telefone sem fio e me entrega me mandando ligar para o Edy e agradecer a ele nossa melhor trepada.
Ela imaginou que a brincadeira iria acabar por ai e tentou me tomar o telefone quando percebeu que eu estava mesmo ligando para o Edy.
Tive que correr para o banheiro para agradecer ao cara.
Enquanto eu falava com ele que na outra ponta nada entendia tive uma idéia que ia bagunçar a cabeça deminha esposa e dei nosso endereço para o carinha convidando-o para um jogo de buraco às 10 horas daquela noite e ele aceitou.
Quando sai do banheiro ela estava emburrada. Disse que eu não sabia brincar, mas não conseguiu disfarçar toda a sua alegria quando soube que em pouco mais de uma hora o Edy estaria conosco.
Coloquei minha calça e sem camisa fui saindo do quarto sugerindo a Minha esposa que se ela estivesse bem sensual o Edy, não resistisse aos seus encantos e me ignorando a agarraria possuindo-a outra vez. E fechei a porta rindo.
Minha esposa foi tomarbanho só chegou à sala quando faltavam 15 minutos para às 22 horas. Estava com um lindo, curto e solto vestido azul, do tipo tomara que caia. Era um vestido novo e ela estava usando pela primeira vez. Ela sentou ao meu lado e beijou-me a boca como se estivesse, antecipadamente, me agradecendo estva tremula + muito exitada.
Durante o comercial fui a cozinha, verifiquei se tinha vinho, haviam três garrafas. Chamei Senhora Parreiras e perguntei se eram suficientes. Ela afirmou que sim. Estávamos nos beijando mais uma vez quando a campainha tocou e todo seu corpo estremeceu. Minha mão subiu por suas cochas descobrindo sua total nudez por sob o vestido e ela ficou vermelhinha denunciando que premeditava algo mais.
A campainha insistiu e eu perguntei se ela deixaria nosso hóspede esperando. Trêmula ela se afastou em direção à porta. Eu devia estar louco para alimentar toda aquela inusitada situação, mas a verdade é que eu fique tão tenso e predisposto quanto ela.
Edy entrou em nossa casa entregando-lhe um lindo ramo de rosas. Acenou para mim que estava na porta da cozinha e cumprimentou Senhora Parreiras beijando um lado de seu rosto demoradamente, depois o outro lado também demoradamente e quando ela se afastava puxou seu rosto beijando-lhe os lábios sem qualquer acanhamento num selinho bastante demorado. Depois sossegou e a um sinal de Senhora Parreiras embasbacada e lívida encaminhou-se para a poltrona e sentou-se.
Só então o tempo voltou ao seu ritmo normal. Senhora Parreiras como acordando de um sonho voltou à realidade, foi à cozinha passando direto por mim, pegou uma jarra, colocou água e as flores e levou-as para a sala, colocando-as na mesa de centro onde não havia qualquer baralho.
Enquanto ela fazia isso eu destranquei a porta de saída da cozinha, fechei a porta que ligava a cozinha à sala. Cumprimentei formalmente nosso convidado e avisei a todos que eu estava indo comprar umas garrafas de vinho que haviam acabado.
Senhora Parreiras veio sorridente me levar até a porta. Estava eufórica quando me beijou os lábios e trêmula sussurrou no ouvido ti amo meu corninho muito obrigado.
Saí pela porta da sala e entrei imediatamente pela da cozinha. Ela não percebera nada, muito menos o Edy que assim que eu saí se levantou e quando Minha esposa se virou ele já estava ao seu lado e beijou-lhe a boca gulosamente.
Pela fresta da porta de cozinha vi cada beijo trocado, as mãos passeando pelos corpos e, surpreendendo Minha esposa, Edy solta seus seios sugando imediatamente um e acariciando o outro enquanto ela soltava gritinhos gemidos de prazer. Isso mesmo, gritinhos. Aí! Ui! Bom!, Isso! Chupa! Hum! Eram estas as expressões que saíam rasgando sua garganta em pequenos gritinhos incontidos.
Edy interrompe a sessão para beijar-lhe a boca enquanto abre todo o zip traseiro do vestido. Quando ele volta aos seios tendo os cabelos acariciados o vestido cai até a cintura e minha esposa se desfaz dele oferecendo ao Edy uma visão que faz ele por alguns segundos se manter imóvel.
Ele reage arriando o braço e se oferecendo de frente para ela, que entendendo seu recado e mais calma vai desabotoando toda sua camisa, solta seu cinto, abre sua calça. Volta à camisa tira e joga na poltrona. Ajoelha-se, desce sua calça com cueca e tudo abocanhando seu membro e deixando para ele a tarefa de se desvencilhar do restante. Parecia que ela ansiava por sentir, tocar, sugar aquele pênis. São carícias, roçando o pênis no rosto, lambendo toda extensão, engolindo tudo que pode (o que é muito pouco).
Edy comanda parcialmente as ações usando os cabelos de minha esposa como rédeas. A expressão de seu rosto demonstra o grande prazer que lhe é proporcionado por minha esposa. Entre eles não existem palavras, só urros, murmúrios, gemidos, respiração entrecortada, prazer! De repente Edy ergue o corpo de Ana pelos cabelos, fala algo em seu ouvido e ela segue na frente, presa pelas rédeas de cabelos por uma das mãos de André, em direção ao nosso quarto. No caminho Edy vai aplicando-lhe palmadas e mandando-a ir mais rápido.
Aguardo um pouco mais na cozinha mas logo os gemidos de minha esposa me liberam. Ela está gozando e eu pego na estante a filmadora digital seguindo pé ante pé para o quarto que está com a porta escancarada. Todas as luzes da casa estão acesas e isso facilita meu trabalho. Eles não temem minha chegada.
Foco no casal. Senhora Parreiras esta deitada de costas na cama, Edy está ajoelhado aos pés da cama com a boca no sexo de Senhora Parreiras e as mãos acariciando seu corpo. Senhora Parreiras puxa seus próprios cabelos, morde a outra mão evitando gritar certamente e se mantém com os olhos fechados.
Penetro quarto adentro, faço closes, e eles não me notam. Senhora Parreiras levanta as pernas e Edy penetra seu ânus com um dos dedos. Ela abre os olhos vidrados pelo gozo e me vê ali filmando tudo. Imediatamente seu corpo se convulsiona, é o clímax orgásmico.
Ela começa a repetir sem parar: - Eu te amo meu corninho delicioso! Olhando fixamente para mim. Senhora Parreiras dá ritmo ao seu dedo que entra e sai do ânus de Senhora Parreiras e ela anuncia: - Serginho meu amor estou gozando como nunca meu corninho delicioso.
Só então Edy levanta a cabeça. Ao me ver filmando me pede: - Aproveita e dá um close neste rabo com meu dedo dentro que eu vou começar a comer tua esposa como ela nunca foi comida antes.
Eu dou um zoom, mostro a tela ao Edy, ele aprecia o que vê. Lubrifica o polegar dentro de Senhora Parreiras enfiando e tirando diversas vezes, posiciona o pênis na entrada já ocupada pelo polegar e vai forçando aquele membro maior e mais grosso que o meu para dentro de Senhora Parreiras .
- Sergio meu corninho amado ele está me arrombando deliciosamente. Esse dedo está me alucinando e esse pau me preenchendo totalmente!
Com um olhar aloucado ela se vira pra ele e desafia a entrar com tudo de uma só vez, em uma só estocada. Edy não perde a calma, retira tudo, inclusive o dedo polegar. Encosta o pênis na entrada e penetra profundamente colocando Senhora Parreiras em um orgasmo imediato. Então vai enfiando o polegar esfregando a palma da mão em seu clitóris. Senhora Parreiras fica parada, pernas erguidas e arreganhadas, olhos virados, em puro êxtase, ofegando, arrepiada, gozando!
Nesta hora, vendo minha esposa ter prazer com outro homem enquanto eu filmo a cena focando ora sua expressão de êxtase total, ora seu sexo preenchido pelo pênis de um estranho me dou conta de meu papel de corno manso assumido. Abandono a câmera filmando sobre a cama e fujo, evitando que percebam meu choro, para o banheiro localizado no nosso quarto. Uma vez no banheiro o choro vira pranto e minha esposa quanto mais escuta eu chorar mais grita em gozo profundo pode chorar meu corninho a sua mulher estar gozando como nunca gozou na vida estou gozando com outro macho em nossa cama assim como você sempre mim pedia para lhe fazer de corninho em nossa cama vou gozarrrrrrrrrrrrr.
Inexplicável o poder que Edy exerce sobre nós. Quando Senhora Parreiras relaxa ele a deixa jogada na cama resplandecendo solta. Sorrindo ela vem me estende a mão que aceito, me ergue, me abraça e fala baixinho no meu ouvido que lave imediatamente o rosto e volte para o quarto porque ela me ama muitoe ainda ela vai transar com o edy muito e ela Precisava que eu veja ela sendo fudida dando o cuzinho e chupando outra pica você que sempre quis ser corno agora eu tinha que agüentar se eu a amava eu iria mim sentir feliz sabendo que ela estava sendo feliz.
Quase como um robô acato, sem saber como nem porque, as ordens de minha esposa putinha. Em poucos minutos, refeito, volto ao quarto encontrando Edy sentado na poltrona, que fica à direita da porta do banheiro, admirando o corpo de minha mulhe.
Com voz austera, em tom de ordem que espanta a mim e a Senhora Parreiras , ele manda que ela sente na beira da cama para dar prazer ao seu marido. Senhora Parreiras , apesar de espantada, atende prontamente ao comando. Voltando-se para mim, mandou-me oferecer meu sexo aos corinhos de minha esposa.
O inusitado é que enquanto eu me aproximava de Senhora Parreiras meu sexo já ia endurecendo a olhos vistos. Quando minha esposa o recebe em suas mãos para em seguida beijá-lo com ardor ele já está totalmente duro com uma ereção igual ou maior do que eu experimentara naquela tarde.
Os lábios e língua de Senhora Parreiras funcionam com uma maestria até então, por mim, desconhecida. Tal é sua eficiência que minha respiração e demais sinais corporais já indicam a proximidade do gozo. Olho agradecido para Edy que me proporcionou mais este prazer. Ele está de pênis ereto e já de pé ainda próximo a poltrona. Desta vez é ele que está filmando.
Ele interrompe a filmagem, manda Senhora Parreiras parar e me orienta a deitar com a cabeça próxima a beira da cama. Orienta a Senhora Parreiras a vir por cima, se apoiando nos joelhos, para um sessenta e nove. Começo então a retribuir a minha esposa suas carícias. Ele me proíbe de gozar e manda minha esposa gozar em minha boca. A cada ordem percebo como Senhora Parreiras aumenta sua lubrificação.
Ele se aproxima com a câmera em punhos, filmando tudo, e começa a me orientar em meu trabalho de sugar o sexo de minha esposa. Manda-me endurecer a língua e rolá-la por toda entrada da vagina alargada pelo seu pênis. Depois me manda esticá-la bem e cobrir toda extensão da vulva da entrada da vagina até o clitóris. Ensina-me que devo pegar com os lábios o fluxo de nervo que termina no clitóris e com a língua dar pancadas na pontinha.
Minha esposa está me encharcando e retribuindo cada instante com maestria de puta experiente que, bem sei, ela nunca foi, casamos virgens e vivemos exclusivamente um para o outro até agora.
Enquanto eu pensava estas coisas Edy se aproximou de meu ouvido e me orientou baixinho a colocar minha língua bem molhada e bem aberta no outro ponto de prazer de Senhora Parreiras, percorrendo todo emtorno enquanto ia endurecendo a língua pra forçar passagem naquele anel que mantive virgem.
Minha esposa nunca gostou de brincadeiras nesta parte de seu corpo e sempre que me insinuei acabei por estragar nossa noite de prazer. Para minha surpresa, hoje tudo foi diferente. Quando ela sentiu minha língua passou a me sugar com força e se arrepiou toda, se arrepiando mais e mais conforme o movimento ensinado se desenvolvia.
Voltei ao seu sexo para mais uma vez surpreendê-la; com o mesmo efeito. Edy então me orientou a manter um ataque direto no clitóris. Enquanto eu me concentrava naquela área ele começou a acariciar sua bunda, arrepiando sua pele enquanto eu assistia de minha posição privilegiada.
Senhora Parreiras reclama dizendo que não gosta de brincadeiras em sua bunda ao que Edy responde passando a lamber e a beijar toda aquela região e além dos arrepios sinto o clitóris de Senhora Parreiras crescer em minha boca que ali se concentra e sua lubrificação pingar no meu rosto de tão abundante.
Edy lambe o ponto de seu desejo e ao mesmo tempo enfia o dedo médio no sexo de minha esposa que para de me sugar para gemer profundamente.
Edy mais uma vez me recorda que não posso liberar meu prazer, e percebo que o botão que ele beijava fica piscando ansioso. Ele retira o dedo lubrificado e invade o seu alvo apenas alguns centímetros brincando naquele intervalo com o dedo por alguns minutos enquanto acaricia o entorno com a língua.
Percebo o quanto minha esposa aperta aquele dedo enquanto mais uma vez reclama que não gosta de “brincadeiras por ai”. Em resposta ele vai penetrando o dedo apertado profundamente, bem devagar, mas sem parar. A reação é novo arrepio de corpo inteiro, clitóris mais volumoso em meus lábios e uma mordida em meu pênis. Quando ele chega ao fundo enfia o polegar em sua vagina vigorosamente rodando-o. O corpo de Senhora Parreiras estremece e eu assisto a tudo bem próximo aos meus olhos.
Encharcado o dedo polegar vai saindo junto com o médio do interior do corpo de Senhora Parreiras . O botão fica piscando e Edy atende seus pedidos penetrando-lhe com o polegar que encontra alguma resistência.
É uma Ana trêmula e de voz gemida que tenta negar que aquele ponto de seu corpo provoque real prazer. Quando ela começa seu resmungo Edy encosta o pênis em sua vagina penetrando-a furiosa e profundamente passando a estocá-la sem piedade e transformando o pseudo-resmungo em gritinhos e gemidos de prazer.
Ele passou a revezar. Penetrava profundamente o pênis enquanto retirava totalmente o polegar e penetrava o polegar enquanto retirava totalmente o pênis. Eu assistia a tudo enquanto castigava o clitóris de minha esposa que parecia estar enorme. Quando o clímax de Senhora Parreiras se aproximou definitivamente ele retirou tudo, encostou-se a seu ânus e foi empurrando aquele piru enorme dentro de minha esposa bem devagar. Enquanto isso me pediu para chupar toda a vulva e gozar tudo que tinha direito. Eu já não me agüentava soltei a porra que pegou Senhora Parreiras desprevenida, mas mesmo engasgando, gozando, gemendo ela foi engolindo cada gota.
Antes que eu acabasse totalmente Edy já chegara ao fundo e começava a bombear lentamente como se apreciasse cada centímetro do caminho. Quando ele percebeu que eu acabara tomou minha esposa totalmente para si levantando seu corpo e beijando-lhe a boca. Pegou-a no colo permitindo que eu me levantasse e pediu minha ajuda deitando-se na cama sem sair do interior de Senhora Parreiras.
- A partir de hoje você só poderá possuir sua esposa com meu consentimento e na minha frente, se ela der para você sem minha ordem eu nunca mais volto aqui,.disse Edy. Senhora Parreiras , para minha surpresa ficou apavorada. Pedindo que ele não nos deixasse jamais jurou que cumpriria todas as suas ordens.
Ele me pediu para apoiar as pernas de Senhora Parreiras, ajudando-o a erguê-la e baixá-la durante a penetração de seu ânus para que ele alcançasse o máximo de profundidade. Desajeitado a princípio logo o corpo de Senhora Parreiras subia e descia compassadamente com a nossa ajuda deslizando naquela vara enorme.
O rosto de minha esposa demonstrava todo prazer que ela experimentava. Edy interrompe os movimentos sai de Senhora Parreiras, me manda sentar no meio da cama e Senhora Parreiras deitar de bruços com a cabeça no meu colo com a bunda bem pra cima.
Pede-me para acariciá-la e dizer o quanto a amo enquanto ele vai enrabar e arrombar aquele cú virgem até gozar.
Quando ele a penetra ela começa a chorar convulsivamente pedindo para que ele goze dentro dela. Era um choro de prazer, de alegria por fazê-lo gozar, explicava ela.
- E seu marido, o que vai pensar de você vendo-a toda feliz só por me fazer gozar, pergunta Edy.
Ele vai saber que sou sua puta, a mulher mais feliz do mundo por ser esposa do meu corninho que eu amo tanto, e ainda mais feliz por ser capaz de dar prazer a dois homens, a você meu amor e meu dono, meu macho sou transo com meu corninho quando você permitir.
As palavras tiveram efeito mágico em Edy que entrou praticamente em transe estocando minha esposa em uma velocidade fantástica e parando de repente permitindo que ela percebesse o quanto ele estava gozando. Minha esposa, com a cabeça no meu colo, chorava e sorria ao mesmo tempo e pediu Edy que ele deixasse ala sugar as últimas gotas do seu gozo e depois ela mim beijar com a boca cheia de porra dele e depois eu ir chupar a buceta dela cheia de porra e deixara ela limpinha para quando ele quisesse fuder ela.
Senhor Parreiras me fitou em súplica urgente e sorriu quando percebeu minha imediata ereção. Consenti. Aquele homem me dominava totalmente, a mim e a minha esposa que agora sugava seu pênis na busca de conhecer seu sabor.
Edy, já satisfeito, mandou A Senhora Parreiras preparar uma cama no chão para mim, que daquele dia, eu dormiria no chão ao lado da cama para ouvir eles transando no meio da noite e ele com minha esposa, na nossa cama.
nosso e-mail : estrada.do.prazer69@gmail.com
e o do edy e: edcarlos_2006_brasil@hotmail.com
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