MEU SOGRO E UMA BRASA
Conto enviado na data 11/06/2011, Enviado por papitoMeu nome e Zuleica, tenho trinta anos, 1.65 de altura, 60 quilos, cabelos loiros, olhos azuis.
Quando me casei com Armando, fui morar com ele na casa de seu pai, o pai de Armando era um senhor de cinquenta e dois anos, esportista fazia academia duas vezes por semana, saúde de ferro e muito safado. Quando armando estava trabalhando, seu Alberto meu sogro vivia me cantando, ele tinha umas brincadeiras de me dar tapas na bunda, uma vez falei com Armando sobre as brincadeiras de seu pai, Armando me disse que eu estava vendo coisas demais, que seu pai queria me agradar queria ser gentil, que era melhor eu agradar o velho, pois não tínhamos condisoes de irmos morar sozinhos, sem a ajuda de seu pai nós teríamos muita dificuldade, para sobreviver sozinhos.
Fiquei muito chateada com sua postura de marido, já que era para agradar o velho, comecei a aceitar mais a suas brincadeiras, quando ele me dava um tapa eu dava outro nele, eu tinha pernas grossas então comecei a usar mini saias, seu Alberto ficava doidinho, quando eu ia limpar as vidraças, eu chamava seu Alberto, para segurar a escada para eu subir, eu colocava mini saia e ele ficava com o maior tesão, dava pra notar o volume que ficava dentro da sua calça, quando ele vinha me agarrar eu saia correndo e deixava ele sozinho, um dia eu precisava ir ao super mercado, fazer umas compras pra casa, convidei seu Alberto para ir comigo, para ajudar a carregar as sacolas, deixei pra ir no final da tarde porque os coletivos, viajam muitos lotados, a minha ideia macabra era deixar seu Alberto doidinho de tesão, fomos ao mercado e na volta, peguei o coletivo mais cheio que passou, seu Alberto queria esperar o próximo eu disse que não se não ficaria muito tarde para chegar em casa, eu segurava uma sacola e seu Alberto segurava outra, entramos no coletivo mal dava para se mexer, não tinha lugar para sentar, me posicionei na frente do seu Alberto, com uma mão segurava a sacola e a outra segurava no banco, falei para seu Alberto segurar em mim para não cair, conforme o ônibus coletivo balançava, eu forçava a minha bunda pra trás, derrepente comecei a sentir o pau duro do seu Alberto encostado na mina bunda, eu forçava a bunda pra trás e ele começou a se mexer encostado na minha bunda, eu sentia sua respiração ofegante no meu pescoço, aquele esfrega esfrega estava tão bom, aquele cacete duro encostado na minha bunda, eu comecei a sentir um tesão muito gostoso, eu que queria tirar sarro do velho, já estava preste a me entregar pra ele, quando desemos perto de casa, percebi que seu Alberto estava com uma mancha molhada na calça, ele viu que eu estava olhando ele quis esconder mas deu pra ver que ele tinha gozado na calça encostado na minha bunda, quando chegamos em casa seu Alberto foi logo trocar de roupa, eu estava com um tesão saindo pela boca, deixei as sacolas na cozinha e fui para meu quarto, afim de me masturbar, deixei a porta aberta para seu Alberto ficar olhando, tirei minha roupa estava só de calcinha, seu Alberto entrou no quarto me chamando de gostosa, bunduda, putinha, aquelas palavras aumentarão meu tesão, fiquei louca quando senti um tapa na bunda, me chamando de minha putinha gostosa, ele me jogou em cima da cama tirou minha calcinha com os dentes, e começou a chupar minha boceta e a palpar meus seios, rapidinho dei minha primeira gozada em sua boca, aquela língua comprida passeava dentro da boceta, provocando meu tesão forçava na entradinha do meu cu querendo entrar, gozei varias vezes na sua língua, seu Alberto tirou a roupa eu vi aquele cacete lindo e maravilhoso, ele falou, hoje você vai ser minha, hoje você vai saber o que e um homem cheio de tesão, socou aquela vara na minha boceta, que parecia um vulcão pronto para explodir, aquela vara socando minha boceta , sua boca engolindo minha língua, gozei como uma vaca, quanto mais ele socava mais eu queria, como num passo de magica ele me colocou de quatro na beira da cama e socou o cacete no meu cu eu vi ate estrela, aquele cacete entrou rasgando minha carne, metendo como um cavalo no cio, tirava do cu enfiava na boceta tirava da boceta socava no cu, eu sentia uma dor gostosa um tesão louco, uma pica gostosa que entrava e saia me fazendo gozar mais e mais, quando seu Alberto gozou ele encheu meu cuzinho de porra quente que escorria pelas minhas coxas, quando Armando chegou eu estava sem forças para levantar e fazer a janta, falei pra ele que estava com muita dor de cabeça, seu Alberto mandou que eu fica-se deitada até passar a dor de cabeça, que ele ia preparar a janta pra nós, Armando levou a janta na cama pra mim e mandou eu ficar quietinha até passar a dor de cabeça, dormi até o outro dia de manha.
Conto enviado em Contos de Heterosexuais - Comentários ( 1 )
Comentários para “MEU SOGRO E UMA BRASA ”
Por marcinho em 09/04/2012
mas tu é uma periguete