TRAIÇÃO NO CARNAVAL
Conto enviado na data 16/05/2011, Enviado por papitoNikon e meu nome, sou brasileira filha de japoneses, tenho um corpo bem escultural, um rosto maravilhoso, não que eu queira aparecer mas meu rosto parece uma boneca, tenho que ter jogo de cintura quando saio a rua, recebo muitas cantadas muito assedio dos homens, já recebi cantada ate de mulheres, já abandonei empregos devido o assedio dos meus superiores, sou casada com um americano o qual a respeito muito, ele confia em mim me deixa a vontade para usar minha roupas curtas que eu gosto de usar, ele fica excitado quando algum homem fica me olhando, me paquerando ele adora, confesso que sou exibicionista, gosto de deixar os homens babando por mim.
Mas, no carnaval do ano passado, fomos para uma casa de amigos no litoral de são paulo, onde se reunirão varias familias amigos do casal, tinha muita bebida muita comida e diversos garçons para servir só convidados. Eu sempre ouvia minhas amigas comentarem, que homens da rasa negra tinham cacete enormes, sempre tive a curiosidade de saber a verdade, neste dia tinha um garçom negro servindo os convidados, quando eu o avistei, senti o desejo de descobri a verdade sobre o segredo da fama. Então comecei a dar-lhe umas olhadas maliciosas, logo ele entendeu a deixa, e ficou me paquerando, eu sempre dava um jeito, de ficar com as pernas a amostras pra ele ver, as vezes quando ele passava perto de mim eu dava-lhe um esbarrão para sentir aquele corpo encostado ao meu.
No fim da noite, todos já esta-vão exaustos bêbados cansados, eu falei pro meu marido que iria dormir no quarto das meninas, ele dormiria na sala com os homens. Foi dar uma volta no jardim e encontrei-me com Jorge o garçom, assim que ele me viu ele veio ao meu encontro e perguntou, a senhora esta precisando de alguma coisa? eu disse sim preciso de você, ele perguntou como assim? eu disse me faça companhia, estou sem sono e todos já foram dormir, eu estou desamparada, ele falou estou ao seu dispor, eu falei vamos caminhar pelo jardim, saímos andando pelo jardim da casa, boa parte das luzes já esta-vão apagadas, só havia uma aqui outra ali, estava um clima ótimo, der-repente senti seu braço em meu ombro, então coloquei minha mão em sua cintura, o calor daquele corpo aumentava meu desejo. Paramos debaixo de um arbusto, e sentamos em um banco que tinha ali, perguntei a ele se ele gostava de mulheres orientais, ele me disse gosto muito são as mais lindas, você e uma delas do jeito que eu gosto linda e gostosa, quando ele disse gostosa me senti nas nuvens, olhando pra ele eu perguntei você aja que eu sou linda e, não deu tempo de terminar a pergunta, minha boca foi tapada com aquela boca carnuda, num longo e demorado beijo de língua, sua mão já subia pelas minhas pernas ascendendo meu fogo, com aqueles braços forte ma levantou, e me colocou sentada em seu colo, logo que sentei senti que ele estava com o cacete duro dentro da calça, eu estava usando um vestido curto de botões na frente, sua mão me desabotoou toda, tirou meus seios pra fora e começou a suga-los carinhosamente, em quanto suas mãos alisa-vão minhas pernas e minha boceta, eu já estava quase goza no na mão dele, quando ele tirou minha calcinha, me colocou no banco ficou em pé e tirou o cacete pra fora da calça, ele aproximou do meu rosto e perguntou você gosta? minha vos não saia eu estava extática, com o tamanho daquele cacete duro pertinho da minha boca, ele pegou minha mão e colocou em cima do cacete e falou da uma chupada, da, minha gata, coloquei aquela coisa enorme na minha boca, que mal cabia dentro dela, pra ter uma idéia do tamanho, eu segurava com as duas mãos e sobrava cacete pra mim chupar, o mais surpreendente foi quando ele me levantou do banco, e me virou de ponta cabeça, para chupar minha boceta e eu chupar o cacete dele, foi uma loucura nunca tinha sido chupada nesta posição, eu só conseguia chupa a cabeça, minha mão segurando aquele cacete quase não fechava de tão grosso que era aquela vara gigante. A língua dele também era enorme, ele passava a língua dentro da minha boceta eu sentia lá perto do ultéro, gozei gostoso em sua boca, quando ele me desceu me colocou deitada no banco, eu já estava vendo estrela só de pensar aquilo entrando na minha boceta. Ele falou fica tranqüila amor, que eu vou por só a metade, fiquei mais aliviada, mas pensei e se ele quiser comer meu cu o que faço, a rola foi entrando na boceta parecia que estava entrando um caminhão, ele foi socando, socando eu rebolando, ele falou no meu ouvido posso come seu cu? eu respondi nunca tive uma vara deste tamanho dentro do meu cu estou com medo, soca no minha boceta, soca chupa meus seios gostoso. Aquela boca carnuda engolia a minha boca, sua língua descia ate a garganta. Depois ele sentou no banco e me sentou em cima do cacete dele, foi soltando meu corpo seu cacete foi sumindo dentro da minha boceta, depois de meia hora aquele cacete estava inteirinho dentro de mim, fiquei surpresa ao ver a façanha da minha boceta, aguentou aquela vara inteira sem regra-mar, eu comecei a rebolar com mais força e mais rápido, que ele acabou gozando, derramou um caminhão de porra dentro da minha boceta.Fiquei trez dias com minha boceta inchada.
Conto enviado em Contos de Heterosexuais - Comentários ( 1 )
Comentários para “TRAIÇÃO NO CARNAVAL”
Por elias em 15/10/2011
vc nao colocou q tamanho era o pau do cara...mas s vc quiser um pau d 23cm m procura,eu nunca experimentei comer uma oriental.vai ser legal