Ana Maria, 19
Conto enviado na data 17/12/2011, Enviado por AnjoAssuntos: Heterossexual, Pai, Filha, Sobrinha, Sexo
SOMENTE AS PAREDES POR TESTEMUNHO...
Domingo, 19 de julho de 1998 – Quase meia noite
Parecia que o tempo havia mudado, as duas não se falaram e eu me mantive naquele ambiente silencioso espreitando as ações, os gestos e o desenrolar daquele capítulo que mudou completamente o viver de minha família.
Eu sabia, tinha certeza de que ela falar aquilo, sabia desde que a vi se masturbando enquanto a irmã cavalgava e gozava, também vi e senti ao vê-la gozando olhando com aquele olhar carregado talvez imaginando ser ela pulando e sentindo meu cacete espalhando gozos dentro do sexo da irmã.
– Não Carmem... – segurei sua mãe e beijei – Não filha, já basta a loucura que fiz com tua irmã...
– Tu não fez nada pai, eu quis... – Silvana sentou por detrás de mim e me abraçou – Viu? Fui em quem quis...
Tive vontade de chorar ao sentir a mão de minha caçula fazendo carinho em meu peito.
– Eu quero... Eu também quero te dar pai... – Carmem puxou minha mão e levou para a vagina – Olha... Ela é tua...
Senti a mão de Silvana tremer.
– Vai pai, come ela... – assoprou em meu ouvido.
Que ia ser de mim mantendo relação sexual com minhas duas filhas?
– Pai... – Carmem continuou forçando minha mão na vagina, a outra segurou meu pau e fez carinho – Tu não acha ser melhor a gente dar pra ti que pra qualquer outro?
Muito simples, simplório demais aquela desculpa.
– Ela quer... – Silvana mordiscou minha orelha e meteu a língua, meu corpo arrepiou – Come ela paizinho, come...
Carmem levantou, olhou para a irmã antes de ajoelhar e lamber a cabeça de meu pau. Naquele momento nada passava em meus pensamentos senão o medo do que Marinez por certo faria a descobrir nosso caso de incesto, ela nunca iria aceitar, nunca entenderia como ninguém entenderá o que me fez ir em frente, o que me fez ter minhas crias na cama, tê-las não como filhas e sim como mulheres e amantes.
A mão de Silvana continuava acariciando meu peito enquanto Carmem chupava meu pau. Era uma cena que ninguém poderia imaginar ser possível antes daquela viagem de descobertas para Fortaleza.
– Pára Carminha... Pára... – minha voz rouca era estranho até mesmo para mim.
Carmem ainda continuou chupando, passava a língua na glande, tentava enviar no buraquinho do ureter e os olhos abertos, não piscava, olhava direto dentro de meus olhos. Meu corpo arrepiado, sentia o corpo de Silvana espremido em minhas costas, os pequenos seios retumbavam as batidas aceleradas do coração, o sopro quente da respiração agoniada batia em meu pescoço e escorria para minha orelha.
– Vamos pro quarto pai... – Silvano sussurrou e Carmem também escutou – Lá é melhor... Vamos Carmem, vamos...
Levantou, ficou parada em minhas costas e Carmem parou de chupar e sentou em meu colo. Meu pau babado fremia as nádegas macias e marcadas de sol. Olhou com um olhar de fêmea e vi o rosto aproximar, a boca entreaberta, a ponta da língua que roçou em meus lábios e o ar quente soprado de dentro da alma. Silvana continuou parada, cofiava meus cabelos desalinhados olhando o beijo que sempre imaginava olhar, era a coroação de todos os seus sonhos, era a realização de seus desejos em ter a irmã parceira na cama comigo.
Foi um beijo macio no início e animalesco depois.
– Vamos gente... – a voz macia de Silvana – Na cama é melhor...
A custo consegui despregar minha boca da boca de Carmem e ficamos abraçados. Silvana saiu, nos deixou sós sabendo que aquele era um momento que somente interessava a duas pessoas, que somente a irmã tinha direito, diferente de sua primeira vez quando a prima dormia ao lado.
– Sempre sonhei contigo... – a voz soluçada – Passei noites acordada sonhando contigo...
Uma realidade real na vida dos filhos, o sonho em ter os pais parceiros em sonhos eróticos.
Levantei, peguei-a nos braços como se ainda fosse uma menininha, minha menininha que sempre gostou dos meus carinhos mesmo sentindo que havia uma certa preferência pela irmã caçula.
– É isso mesmo o que você quer?
– É pai... Sempre sonhei que seria tu meu homem... – não estava séria, havia um sorriso de satisfação no rosto – Tinha que ser eu e não ela... Tu tinha de fazer comigo antes de comer ela, viu?
Não respondi, continuei andando sem sentir meus pés. Parecia flutuar em um sonho divino e vi Silvana deitada de costas na cama, a xoxota parecia mais lisa e nova que realmente era. Parei e ela virou e sorriu, levantou as pernas e mostrou a vagina como se fosse uma molecagem.
– Pode esquecer que hoje ele é meu... – Carmem olhou para a irmã.
Coloquei-a deitada como se fosse a maior preciosidade de minha vida, tanto carinho como não tinha tido nem com minha preferida, mas era diferente, era outro momento e também Silvana sabia.
– Ele é nosso... – Silvana rolou e olhou dentro dos olhos da irmã – Ele é nosso, sempre foi...
Não estranhei ver o beijo trocado entre as duas, não depois de ter escutado a inconfidência com a prima e as duas pareciam estar sós, parecia que eu não estava ali parado vendo-as entregues ao carinho e desejo. A mão de Carmem passeou no corpo da irmã, fiz carícias nos bicos dos seios e continuou descendo até toca na vagina, Silvana suspirou e abriu as pernas, o dedo da irmã passeou nos grandes lábios e ficou alojado na abertura melada de prazer.
– Vem pai... – Silvana olhou – Deita aqui...
Carmem também me olhou e sorriu.
– Sai daqui Vaninha... – rolou e empurrou a irmã – Deixa a gente...
Silvana suspirou e sentou na cama, as pernas cruzadas, a vagina reluzindo e o aroma de sexo tomando de assalto o cheiro do quarto. Levantou e me abraçou, a irmã olhava para ela, via o corpo de menina moça, as nádegas bem feitas, a costa alva e os cabelos loiros cortados a estilo “Joãozinho”.
– Tu quer que eu fique? – sussurrou baixinho em meu ouvido e meteu a língua – Eu ajudo, tu quer?
Mas não quis, queria ficar só e ter aquela outra primeira vez sem ninguém a não ser paredes por testemunhas...
Este episódio encerra o relato, o autor agradece a leitura.
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Notas do autor:
Pode parecer estranho demais contar coisas que vivemos, para alguns até inacreditável parecerá. Sou feliz com a escolha e sendo escolha sei que as duas são felizes, se um dia esse triângulo murchar não será por meu desejo e nem pelo de minhas meninas.
O relato, longo e por vezes enfadonho, poderia continuar. Mas prefirto terminar aqui para continuar vivendo esse sonho de amar e ser amado.
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