Aninha, 18/18
Conto enviado na data 17/12/2011, Enviado por AnjoAssuntos: Incesto, Irmão, Irmã, Sobrinha, Sexo, Gravidez
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E MINHA VIDA É A VIDA QUE SEMPRE SONHEI
Segunda-feira, 26 de setembro de 2005
Esta é parte de minha história de vida. Nelson continua meu irmão e meu marido, mamãe voltou a ser apenas minha mãe e mãe de meu irmão, papai hoje está mais acomodado e diz para todos que seus tempos de aventuras são lembranças de um passado de incertezas.
Em 1992 descobri que estava grávida e só não abortei porque mamãe leu que no Uruguai havia uma clínica que desenvolveu um tratamento para gravidez consangüínea, passei seis meses em Montevidéu e voltei com Daniel (nome de origem hebraica que significa “Deus é meu juiz”) saudável e lindo como o pai. Com autorização judicial registramos como nosso filho – o que é na verdade – pois no Brasil é vedado irmãos registrarem filhos.
Continuamos vivendo juntos, Daniel hoje tem 12 anos e é um rapaz saudável e amável como o pai e, apesar de alguns tropeços ao longo dos tempos em função de nossa ligação, somos uma família feliz.
Letícia não voltou a casar, continua morando na mesma casa de sempre para onde sempre fugimos e onde muita coisa boa aconteceu, como naquele primeiro Natal depois da chegada de Eliana...
— Te ajeita menina... – Letícia empurrou a perna da filha – Isso não e maneira de sentar...
Milena olhou para a mãe contrariada, não era a primeira vez naquele dia que ela lhe repreendia.
— Tu ta muito chata hoje mãe... – levantou e subiu para o quarto.
A maternidade não mudou em quase nada o jeito moleque da garota, para ela Eliana era uma boneca que chorava, fazia cocô, xixi e chorava muito de noite.
Naquele dia Claudiana, uma prima, estava em sua casa. Os preparativos para o Natal davam outra vida à vida delas.
— Deixa a menina em paz Letícia... – olhei Milena subir a escada – Já é mãe, lembra?
— Mas não mudou nada, continua desleixada... – sentou no chão e voltou montar os enfeites – Também? Só pariu, o resto tudo sou eu, a burra de carga...
— Ela não tem culpa de não ter leite... – falei quase sem perceber – E bem que tu estais adorando amamentar tua neta, né safada!
Milena teve complicações pós-parto e, como por milagre, Letícia deu leite e amamenta a Neta como se fosse filha.
— Porque ela não tem leite tia? – Claudiana escutava em silencio.
— Teve de tomar muito antibiótico... – respondeu sem tirar a atenção do que fazia.
— Mas como a senhora tem e ela não?
Olhei para a garota um tanto cheia, quase gorda, loira, cabelos compridos, olhos verdes sentada no chão com as pernas abertas.
— Nem eu sei... – olhou para mim – Teve uma noite que Eliana chorava muito, nada parecia fazer parar e eu botei ela no meu peito, era fome, mamou como uma bezerrinha e descobri que tinha leite... – ouvimos o choro do bebê – Deve ser fome, vai buscar ela Claudinha...
A garota subiu as escadas correndo e voltou andando com cuidado, sorrimos dela. Entregou a prima e voltou correndo para o quarto, Letícia abriu a blusa e deu de mamar para a neta.
No final da tarde saímos para dar umas voltas, Nelson tinha locado um carro – o nosso ficou em São Luís, fomos de avião – e terminamos lanchando em uma pizzaria.
— Tu vai dormir comigo? – Milena sussurrou no ouvido do tio.
— Não moleca, vou ficar na sala... Você fica com sua prima e Aninha se ajeita com tua mãe e o anjinho.
Ficamos conversando até quase dez horas, Eliana já dormia no carro berço. Em casa subi com Letícia pois tínhamos muito o que conversar, Nelson e as garotas estavam na sala.
— E porque tu é o pai da Eliana tio? – Claudiana perguntou – Tu não é tio da Milena?
Ficou aperreado sem saber como responder, foi Milena quem lhe tirou da arapuca.
— Ora! Ele é meu tio e Deus quis que fosse também pai na Lana – piscou para o tio – Ele não é bonitão?
Estava sentada no colo de Nelson e Claudiana deitada no sofá, uma música clássica tocava, Milena sempre gostou de clássicos talvez por influencia do tio, o pai detestava.
— Mas isso não é coisa de Deus... – a garota olhou para Nelson – Tu fez amor com ela?
— É claro sua bobinha! – novamente Milena atalhou – Ou tu pensa que é só pensar pra gente ficar grávida?
— Mas tu é criança... Moça menina – consertou – E gente de tua idade não tem filho...
— Tem sim! Olha a Lana, é minha e do titio...
Claudiana olhou para os dois e não falou mais nada. Nelson sorriu e foi buscar o colchão de campanha que tinham comprado, as duas subiram e foram trocar de roupas.
— Já vai capotar? – Letícia estava amamentando Eliana – As meninas já foram para o quarto?
Sentou na cama do lado dela, eu estava no banheiro escovando os dentes.
— Depois que elas dormirem vem dormir conosco – falei do banheiro – A cama é grande...
Letícia estava só de calcinha e eu nua, Nelson olhava enamorado com a filha parecia babar, parei na porta e fiquei olhando.
— É uma bonequinha... – passou a mão na cabecinha – Ainda bem que tu tens leite...
Letícia olhou e sorriu.
— Que provar?
Nelson riu e pegou no bico do outro peito, apertou e saiu um jato de leite, Letícia fechou os olhos e suspirou.
— Mama Nelsinho... – falou.
Ele ficou de joelhos e lambeu o bico do peito, senti minha xoxota ficar lisa. Sempre tive loucura para ter filhos, quando mocinha falava que ia ter dois casais, mas Deus não me deu o direito de escolher. Andei para ele e alisei seus cabelos, Letícia abriu os olhos e ficamos nos encarando, Nelson sugava e bebia o leite que seria de sua filha.
— Queria parir... – falei murmurando.
Nelson levantou e me beijou, a boca cheia de leite e bebi, era doce demais.
— Tio! – ouvimos a voz de Claudiana – Tu vai demorar aí?
Letícia olhou para nos dois.
— Vai lá pau de açúcar... – meteu a mão em minha bermuda – Vê se não come essa também...
Não tinha o que estranhar, mas ele não iria querer outro susto como o de Milena e a garota era muito nova, mais até que Milena. Letícia tirou o pau dele e colocou na boca, olhei para ela e para Eliana que ainda mamava.
— Te cuida Lana que teus pais são doidos... – fiquei de cócoras e puxei a bermuda – Vai vovó, chupa que também sai leite...
Letícia sorriu e largou o pau, Nelson estava parado, parecia uma estátua, a bermuda arriada, o pau duro e três mulheres querendo mamar.
— Tio?! – ouvimos batidas na porta – Milena ta te chamando!
— Vai lá mano... – deu uma palmada em sua perna – Te veste...
Nelson puxou meu braço e novamente nos beijamos, depois se abaixou e beijou a boca de Letícia, vestiu uma cueca limpa e saiu do quarto. Eu e Letícia olhamos ele sair e sorrimos.
— Assim a gente termina matando meu maninho... – deitei na cama – Estou morta de sono, mas uma trepada até que caia bem.
Nelson foi no quarto das meninas, não estavam e desceu, as duas estavam deitadas conversando animadas.
— Deita aqui tio... – Milena levantou – Tu ta com sono?
Falou que não, mas que as duas deveriam dormir pois cedo iriam sair.
— Claudinha quer te perguntar uma coisa... – olhou para a prima.
— Tu podia me dizer como é que a gente fica grávida?
Nelson franziu o cenho e sentou no sofá, desconfiava de que as duas estavam querendo aprontar alguma.
— Tenho certeza que você sabe – respondeu – Milena sabe melhor, não é sua pestinha?
Milena riu e sentou em seu colo, vestia apenas a calcinha de dormir e nada dizia que já era mãe de uma garotinha com quase um mês de vida, o corpo voltou a ser de criança e ausência de leite não tinha deformado os seios.
— Ela queria que tu mostrasse... – riu, o sorriso moleque de sempre.
Nelson olhou para ela e depois para Claudiana que também estava de calcinha, mas o corpo de criança, nem peito tinha.
— Mostra tio, não falo pra ninguém... – a garota levantou e sentou no sofá – Se tu mostrar eu faço uma coisa...
— Vão dormir as duas... – empurrou a sobrinha – Pergunte para seu pai ou sua mãe...
Claudiana olhou para ele espantada, não esperava que ele fosse assim, Milena ficou séria, nunca tinha visto o tio ser tão duro como estava sendo.
— O que é que tem tu mostrar, não é pra fazer nada não... – olhou para a prima que estava com a cabeça baixa – Tu é grosso tio... – ficou encarando o tio, sentia o pau duro forçando em baixo dela – Tu vai ter de deixar, viu?
Nelson olhou para ela e para a garota, muito criança para saber dessas coisas, pensou.
— Suba Milena, sua mãe vai descer com sua tia – mentiu – E não vai gostar de ver você com essa brincadeira besta.
Milena ainda olhou para ele e levantou, chamou a prima e subiram.
Estava quase dormindo quando Nelson entrou, Eliana já dormia no berço e Letícia, cansada, apagou quando deitou. Notei que ele estava estranho e perguntei o que tinha acontecido, tive vontade de sorrir quando falou sobre o que Claudiana queria que ele mostrasse.
— Até parece que tu atrai criancinhas... – brinquei – E o que ela queria mesmo?
— Sei lá! – respondeu amuado – Deve ser armação da capeta...
— Tu já desde uma pimbada nela depois que chegou?
— Não quero saber disso Aninha, não acho que deva continuar com ela... – sentou na beirada da cama – Esse caso passou dos limites – olhou para o berço – Olha só no que deu!
Queria continuar atiçando, mas notei que ele realmente queria dar um basta nessa historia.
— Vem cá, me consola... – puxei seu braço – Fiquei melada quando tu mamou em Letícia.
Ele olhou para Letícia dormindo de bruços abraçada em um travesseiro, as pernas separadas e a calcinha entrando na xoxota.
— Essa menina não existe... – ele passou a mão nas costas dela – Se não fosse por ela Lana teria problemas...
— Nunca vi nada parecido – virei e passei a perna sobre ele – Foi Deus quem deu leite para ela.
Nelsinho olhou dentro de meus olhos, estava sério, devia estar com a cabeça cheia de dúvidas. Tirei o pau da cueca, estava quase duro e ele me abraçou, nos beijamos e ajeitei o corpo, fiquei deitada em cima dele, minhas pernas abertas, minha xoxota melada. Segurei o pau e coloquei na porta de minha buceta, eu mesma fiz tudo e uma pontada de prazer espetou minha xoxota, comecei a mexer, as mãos macias e experiente tocavam os pontos certos em meu corpo, suspirei agoniada, sempre achei incrível como acontece, basta entrar para eu começar gozar e gozei uma, duas, três e muitas outras vezes, parecia que nunca parava.
— Não faz isso Nelsinho...
Ouvi a voz de Letícia e vi a mão dele dentro da calcinha, o dedo bolinando a xoxota.
— Não... Tira... Não...
Ela rebolava e gozava com o dedo dentro da vagina, eu com o pau. Passei a rebolar mais forte até que ele me encheu de gala. Letícia nem tinha acordado de verdade, tornou dormir, a respiração leve, ressonava cheia de vida.
— Vai lá no quarto de Milena... – falei baixinho – Ela deve estar chateada contigo...
Nelson suspirou, o pau continuava duro dentro de mim.
— Essa menina tem que aprender, já é mãe... – falou, o pau estremeceu e eu gozei de novo.
— Tenha calma com ela amor, tudo é novo... – lambi seus lábios – E ela deve estar com saudades desse negócio gostoso dentro de mim...
Ele me olhou sério, eu sorri e rolei para o lado, saiu uma golfada de gala.
— Vai lá... – aparei com a mão – Não é preciso fazer nada, só vai lá dar boa noite...
Ainda ficou alguns instantes deitado olhando para o teto antes de levantar e sair do quarto nu, olhei para ele e desconfiei que não iria apenas dar boa noite.
Parou na porta, a luz apagada e tudo em silêncio, respirou e entrou. Milena estava acordada, o quarto escuro, mas soube que era ele, fechou a cara.
— O que é que tu quer aqui seu grosso! – sentou na cama, Claudiana dormia do lado sem roupa – Estou com raiva de ti...
Ele olhou para a o vulto da garota e andou até a cama, Milena piscou, não tinha notado que estava nu, estava escuro.
— Desculpa... – ajoelhou na frente dela – Não tinha o direito de falar aquilo – olhou novamente para a garota dormindo do lado – Você sabe que é errado essa brincadeira... – lembrou de Joice – Isso é só entre nos dois... – passou a mão no rosto – Tua prima é só uma criança, você não deve colocar essas coisas na cabeça dela...
Milena sentiu o corpo tremer, aquele fogo na vagina voltou e sentiu que estava ficando melada.
— Ta bom... Mas tu me desculpa? – suspirou e pegou a mão dele.
Nelson aproximou o rosto e beijou sua boca, ela fechou os olhos e levou a mão dele para entre suas pernas, estava querendo ficar com ele o dia todo, mas não teve oportunidade de ficarem só.
— Eu tava com saudades de ti... – sentiu que ele passava o dedo na risca sobre a calcinha – Pensei que tu não me queria mais...
— Você é minha moleca, sempre será...
— Tu me quer como... Como sobrinha ou... Ou como mulher?
Ele suspirou, sempre desejou tê-la mulher, sempre sonhou um dia fazer amor com ela, mas era criança demais, tinha de esperar.
— Como as duas e... Como mãe de minha filha...
Empurrou ela para a cama e tirou a calcinha, estava úmida.
— Então fode comigo... – pediu sabendo que ele queria ela – Vem, deita comigo...
Abriu as pernas e ele deitou em cima dela, se beijaram e se amaram não como tio e sobrinha, mas como homem e quase mulher...
Milena hoje é pediatra e mora ainda com Letícia. Eliana cresceu saudável e hoje tem dezesseis anos, é muito bonita e carinhosa, é privilegiada por ter três mães e um tio que é pai. Letícia nunca pensou em casar novamente e diz que é feliz com a vida que Deus lhe deu.
Daniel nasceu na Clínica Dr. Guiverra na plazza da Madre de Deus em Montevidéu no dia 23 de março de 1992 depois de um tratamento intensivo que permitiu que nascesse saudável, é alucinado pelo pai que nos últimos treze anos se desdobra para sempre estar presente em sua vida e na vida de sua prima-irmã, não mais quisemos brincar com a sorte e Nelson fez vasectomia uma semana depois de sabermos de minha gravidez.
Joice mudou com os pais para São Paulo onde se iniciou na carreira brilhante de modelo, hoje é top em Paris. Voltamos a nos encontrar diversas vezes, a ultima em Madri em julho deste ano quando estivemos de férias com as crianças. Diz que não pretende casar-se e que após passar sua época voltará para o Brasil onde sonha com uma casa na Prainha onde tudo começou.
Mamãe apagou o fogo e o hoje é uma avó orgulhosa dos netos, papai também se aquietou e curte a aposentadoria depois que Nelson assumiu os negócios esquecendo dos planos de juventude.
Continuamos irmãos casados – hoje não me importa o que falam – e nos amamos cada vez mais, apesar de ter que dividi-los com as outras mulheres malucas de minha família, sem mamãe, é claro!
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