Aninha, 9/18
Conto enviado na data 17/12/2011, Enviado por AnjoAssuntos: Incesto, Irmão, Irmã, Sobrinha, Cunhada, Sexo
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O XODÓ DE MINHA SOBRINHA COM NELSINHO
Senti um clima carregado dentro do carro, Nelson estava nervoso talvez pelas recordações dos momentos tensos que tinha vivido na casa de Letícia, mas ao mesmo tempo havia um que de alegria naqueles gestos nervosos de meu irmão.
De longe consegui identificar Milena sentada no banco da praça defronte de sua casa.
– Olha lá quem está na praça! – apontei para a garota de óculos vestida em um vestido folgado – É a cara do Júnior.
Nelson perguntou como é que eu sabia e disse que Letícia me envia fotografias dela. Pedi para que o motorista parasse e descemos.
– Você é Milena? – perguntei me aproximando.
Ela olhou para mim e para o Nelson.
– Sou, por que?
A voz macia era cópia fiel da mãe, o rosto não negava ser filha de Júnior.
– Ôi Milena! – Nelson estendeu a mão – Você não deve se lembrar de mim, sou Nelson e essa é Ana Carolina, lembra?
Ela continuou olhando fixo para nos dois sem querer acreditar que aqueles dois estranhos eram realmente seus tios.
– Que foi? O gato comeu a língua? – brinquei e sentei de seu lado – Sua mãe está em casa?
Milena olhou para Nelson e deu um sorriso amarelo, acho que lembrava um pouco de sua feição.
– Titio?
– É pequerrucha... Morria de saudades de você! – notei os olhos de Nelson mareados – Quis vir antes, mas não deu!
Milena levantou e abraçou meu irmão, chorava baixinho. Fiquei calada observando a emoção do reencontro.
– Mamãe tá em casa... – levantou puxando a mão do tio – Vamos! Vamos lá titia, ela vai ficar alegre com vocês.
Correu arrastando Nelson e entraram alvoroçados.
– Mãe! Mãe! – gritou se esgoelando.
Ana Letícia apareceu na porta imaginando que havia acontecido alguma coisa, em seu rosto estampava medo.
– Que foi Nana? – perguntou puxando a filha sem prestar atenção para Nelson.
– Olha quem chegou! – correu para me apressar também – O tio Né e a tia Carolina!
Ana Letícia levantou e ficou parada sem acreditar que realmente estávamos ali, diante dela.
– Aninha! Nelsinho! – correu para nos abraçar e chorar copiosamente – Tão chegando agora?
Nelson falou que não, que chegamos na noite e ficamos hospedados do Mar & Sol.
– Porra gente! Porque não ficaram conosco? – entramos e sentamos no sofá macio da sala – A casa é imensa... Porra Aninha! Sacanagem!
Falei da exigência da mamãe e que viríamos passar o final de semana com elas.
Milena puxou o tio e levou para dentro, Letícia estava feliz com nossa visita. Ficamos conversando.
– Ela nunca esqueceu o tio... Vive pedindo para que a leve para visitar vocês, mas as coisas ficaram meio difícil com o acidente do Claudionor – sorriu e resolveu mudar de assunto.
* * * * * *
– Vem tio, vamos lá pro quarto – puxou a mão de Nelson – Deixa a mamãe conversando com a tia.
Saíram.
– Pôxa tio! Porque tu não ficou aqui comigo? – entrou no quarto seguido por Nelson – Tu podia até ficar dormindo comigo no meu quarto.
Nelson realmente gostava a valer da sobrinha, só tinha deixado de freqüentar sua casa por causa da confusão que Junior armou. Isso aconteceu quando Milena tinha quase oito anos.
– Mas vou passar uns dias contigo, pequerrucha – sentou na poltrona de couro colocada no canto do quarto – E você pode ir conosco para o hotel.
Milena não cansava de falar e perguntar sobre tudo ao que Nelson respondia sem titubear.
– Tu tá morando com a vovó, ou tem uma casa?
– Não, Nana... Moro com Carolina...
– E o marido dela? Mora lá também?
Contou que o tio Roberto tinha falecido de acidente e que ele havia voltado da Paraíba para ficar com a irmã.
– E tu não casou ainda?
– Tenho duas mulheres...
– Tio?
Nelson sorriu e puxou a sobrinha para seu colo.
– Ué? Você e a tia Carolina!
– Quer dizer que tu se casou com a tia?
– Não, menina perguntadeira! – abraçou e beijou a cabeça da sobrinha – Carol é minha irmã e você minha mulherzinha!
– Mas eu não sou tua sobrinha?
– É!
– Então eu também não posso ser tua mulher... Ou pode?
– Pode... Claro que pode, é só nos dois querermos...
– Tá bom! Então eu quero ser, tu me queres?
Ficaram conversando animados esquecidos do tempo, Milena contou toda sua vida – as que ele se lembrava – e das coisas da mãe.
– Ôi! Posso entrar? – viraram e viram a perna de Ana Letícia na porta – Dá licença?
Rimos e ela entrou.
– Nelsinho, vou dar uma saída com Aninha – sentou na cama – Será que tu agüentas essa capetinha enquanto a gente vai até a casa do papai?
Nelson ficou admirado com Ana Letícia. Parecia que o tempo não passava para ela, ainda era bonita e o sorriso cativante continuava alegre e fácil.
– Pode deixar que estamos retomando um amor antigo, né pequerrucha? – farfalhou a cabeça da sobrinha.
– Mãe? Posso servir bebida pro titio?
– Pode não, deve! Faça as honras da casa e deixa teu tio feliz, viu pequenina?
Milena se jogou em cima da mãe e as duas rolaram pela cama. Nelson sentiu o cacete pulsar quando viu que Letícia ainda usava calcinhas minúsculas que entravam tanto na bunda, quanto na buceta, tentou desviar a vista sem sucesso.
– Fica à vontade Nelsinho, a casa é tua! – levantou e depositou um beijo selinho nos lábios do cunhado – A Milena vai fazer as honras da casa, né filhinha? – abraçou a filha.
– Hi! Tu beijou a boca do titio? – ficou espantada...
Nelson olhou pra cunhada sem saber o que fazer.
– E o que é que tem? Não posso? – brincou com a filha – Tem nada de mais beijar quem a gente ama – olhou para o cunhado – E amo muito o Nelsinho, ele sabe disso.
Milena estava um tanto constrangida.
– Então por que a senhora só deu uma bituquinha? – olhou para o tio e piscou – Se a senhora gosta de amor mesmo, então dá um beijo de verdade, mulher!
Ana Letícia olhou para Nelson e sorriu envergonhada com a observação da filha.
– Outra hora eu dou um beijo maior, né Nelsinho?
Nelson apenas sorriu, não respondeu. Ana Letícia acariciou o rosto do cunhado e saiu requebrando a cintura, pouco depois voltou e deu o beijo desejado tanto por ela como pela filha.
– Pronto! Era assim que você queria? – cheirou a cabeça de Milena e saiu correndo do quarto.
Milena olhava para o tio com a cara limpa, Nelson jogou um beijo para ela.
– Tu queres beber alguma coisa? – quebrou o silêncio depois de algum tempo.
– Bebo qualquer coisa, desde que seja servido por você.
Milena saiu e Nelson se recostou na poltrona rememorando o beijo e o tempo em que namorava com Ana Letícia.
– Tem cerveja e uísque... – Milena apareceu na porta – Tu vais querer o que?
– Uísque! – respondeu.
A garota voltou correndo e ele escutou a geladeira sendo fechada e copos batendo.
– Vem pra sala, tio! – escutou a garota chamando.
Saiu do quarto e viu que a garota tinha deitado no sofá. Pegou o copo quase transbordando de bebida.
– Assim vou ficar bêbado! – brincou com ela.
– Fica não! Se ficar eu cuido te ti.
Retomaram os assuntos e a garota falou dos colegas, da escola, das brincadeiras e dos namorados.
– Você já namora? – estranhou.
– Claro que namoro, já tenho doze anos, lembra?
Contou das aventuras com as meninas de sua idade
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