DEBAIXO DA PONTE
Conto enviado na data 23/04/2011, Enviado por papito Na adolescência, eu morava em uma fazenda distante da cidade, para estudar eu e minha prima, tínhamos que andar, quilômetros e quilômetros para chegar a escola.
Eu era responsável por minha prima D alva. Mas d alva, estava com seus hormônios fervendo, estava doida para ver e sentir uma pica.
Na redondeza não havia garoto na nossa idade, ela só tinha a minha pica a disposição.
Todos os dias quando voltávamos da escola, D alva ficava se mostrando para mim, me provocando levantava a saia, tirava a blusa mostrava os seios, me chamava de bicha, em fim era uma tortura.
Eu tinha medo que meu tio descobrisse, se eu desce um cata nela, então eu resistia ao seu ataque de tesão.
Um dia D alva resolveu fazer xi xi em baixo da ponte que havia no caminho. Ela pediu para que eu ajudasse a descer o barranco para que ela não caies na agua.
Caminhamos por alguns metros, ate um lugar gramado em baixo da ponte. Ela tirou a saia e a calcinha ficou me mostrando aquela perereca cabeluda cheia de tesão. Tirou os seios para fora e ficou passando a mão nos seios e a outra alisava a boceta peluda.
Com aquela visão minha pica já estava estourando a calça, ela se aproximou de mim colocou a mão no volume da minha pica e disse isso deve ser enchimento de pano.
Para honrar a minha postura de homem, tirei a pica para fora e coloquei na sua mão, quando ela tocou na minha pica avantajada, ela suspirou fundo e disse a quanto tempo esperava por isso, apertou a pica e começou a passar no rego da boceta que já estava molhada, ao mesmo tempo em que ela passava na boceta ela me mas-turbava.
Eu já estava com uma tesão enorme para penetrar naquela boceta gostosa e macia, D alva caiu de joelho e começou uma chupeta sensacional, ela gemia apertava me mas turbava eu sentia a minha-pica no fundo da sua garganta.
D alva ficou de quatro e implorou, para que eu colocasse minha pica em sua boceta. Na hora eu pensei se tirasse sua virgindade poderia ter problema com meu tio, então preferi colocar no seu cu
que estava piscando de tesão.
Meu cacete estava duro como um cabo de vassoura fui penetrando lentamente, ela gemia seu corpo tremia meu cacete foi rasgando aquela carne macia e gostosa ate sumir todinho dentro daquele buraquinho rosado e quente, ela fazia movimentos para frente e para traz meu cacete entrava e saia cada vez mais rápido, cada vez que ela gozava ela gritava e pedia para por mais.
Eu já estava quase gozando quando ela tirou meu cacete do seu cu e colocou na boceta e mandou que eu empurrasse para dentro dela num momento hesitei, depois vi que não poderia deixa-la naquela situação queimando de tesão, fui empurrando meu cacete dentro da boceta quente e melada de gozo.
D alva rebolava e gemia de tesão, gozou varias vezes no meu pau. Der-repente D alva levantou-se me deito na chão e sentou-se sobre minha pica, fazendo entrar todinha dentro da sua boceta. Fazendo um movimento subindo e descendo na minha vara dura e tesa.
Depois de gozar varias vezes, eu já não aguentava mais de tesão, quando eu ia gozar eu disse a ela eu vou gozar, ela deu um pulo e colocou a boca deixando eu gozar em sua boca para sentir o gosto da minha porra quente e gostosa "disse ela".
Depois de nos restabelecermos, as forças nós lavamos no rio para tirar o cheiro de sexo, e fomos embora. Meu tio não ficou sabendo, e todos os dias quando voltamos da escola, D alva quer fazer xi xi na ponte....
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