DESCOBRI QUE SOU CORNO
Conto enviado na data 02/04/2011, Enviado por papito Sou casado há oito anos, minha mulher marcia é linda e gostosa, nossa vida e muito boa, sou um homem felis e á ela só dou felicidade.
Mas num final de semana que eu estava em casa precisamente no sabado eu estava no quintal quando o telefone tocou eu estava perto da janela da sala quando ela atendeu.
Ouvi quando ela disse, oi bem eu já pedi para voce não me ligar de sabado é domingo, aquilo me chamou átenção, prestei átençao é ouvi quando ela disse, te espero segunda feira as oito horas aqui na minha casa sem falta ok.
Corri para o fundo do quintal para que ela não persebece que eu tinha ouvido a converça, desfarcei é fiquei na minha, pensando no que tinha ouvido.
Tenho um filho de sete anos, ele entra na escola as sete horas ela vai leva-lo e vai busca-lo as onze horas todos os dias.
Eu entro em serviso as sete e trinta, como ela sai antes de mim para leva nosso filhinho na escola eu tive uma ideia.
Na segunda feira ela saiu as quinze para as sete para levar paulinho á escola eu sabia que ela iria voltar para esperar o misterioso chegar.
Minha casa é antiga ten forro de madeira, no sabado eu subi no forro e fiz varios buracos, para olhar para baixo, no quarto na sala no banheiro quria ter uma boa visão, doque iria acontecer.
Ela saiu e eu não fui trabalhar, antes dela chegar eu subi no forro e fiquei quetinho lá em cima.
Ela chegou e viu que eu já tinha saido para trabalhar, mas eu estava em cima do forro só no buraquinho, onde ela ia eu mudava de buraco e ficava obeservano.
Correu tomou banho sé maquiou, sé véstiu, colocou um vestidinho preto bem curtinho que há muito tempo ela não usava porque era muito curto para sair de casa.
Oito horas em ponto a campainha tocou, lá de cima vi quando ela abriu á porta, e entrou um homem era o beto seu ex. namorado.
Ele entrou já forão se abraçano se beijano sua mão já subiu por baixo do vestido alisano as pernas e á bunda da minha mulher marcia.
jogou ela em cima do sofa rancou a calcinha com os dentes e caiu de boca na buceta, marcia se torcia de tesão eu olhano aquela buceta que rebolava e gemia na boca do beto.
Beto pegou marcinha no colo e levou para cama tirou o vestido dela e ela ajudou á tirar a roupa dele. beto deitou na cama e marcinha deitou em cima e começou abocanhar aquela pica que não era pequena não fiserão um sesenta e nove com muita tesão.
Beto levantou colocou marcinha de quatro lambeu a bucetinha e começou a colocar o cacete fazendo ela rebolar e gemer de tesão, quando ela gozava eu ouvia os grito que ela dava.
Derepente ouvi um gemido alto de dor, percebi que o beto estava socano a pica no cuzinho de marcia.
Beto tinha a pica grande e marcia sempre ne falava que gostava de pica grande ele perguntava se queria que parase ela dizia que não, não para não coloca esa pica inteirinha no cuzinho da sua gostosa, quero sentir sua porra escorreno dentro do meu cuzinho.
Ouvi dois gritos juntos, um era beto que estava gozano no cuzinho de marcia o outro era marcia que gritou de dor que a pica de beto entrou inteirinha, foi um gozo profundo.
Quando marcia olhou no relogio viu que estava atrazada para pegar paulinho na escola.
Tomarão banho rapido ele combinou em ligar no meio da semana e sairão correno para pegar paulinho na saida da escola.
Conto enviado em Contos de Orgias - Comentários ( 2 )
Comentários para “DESCOBRI QUE SOU CORNO”
Por Jordane em 16/05/2012
I ai você viu e ficou por isso mesmo, deixou pra lá? Pra que tanto trabalho, faltar do trabalho, subir no forro, furar o forro, pra não falar nada, não precisava fazer isso tudo, pelo telefonema você já sabia que era chifrudo, tinha que aborda-la nem que fosse para falar que gostou.
Por Marido da nissei em 27/10/2011
A Chris (minha esposa) tambem gosta de rolona (desde menina). Como não tenho capacidade de satisfaze-la, ela aceitou transar com outro. A minha grande vantagem é que eu posso ver ao vivo, sem precisar me esconder. O BeKão aceiou pegar a Chris aqui em casa e embora eu não participe, possa ve-la feliz, dando bem gostoso pra quem ela quer.