A filha dos meus vizinhos
Conto enviado na data 05/04/2011, Enviado por LemarcEu era adolescente naquela época e morava com meus pais num sítio no interior do estado de Santa Catarina. Eu tinha 16 anos na época, era um cara tímido, mas que já tinha tido umas experiências com garotas. Eu não era feio, e se eu não era um sucesso na escola, nos bailes que aconteciam na região eu costumava pegar umas gurias porque afinal elas nem me conheciam, e eu pudia me soltar mais do que na escola, ainda mais depois de uns chops. Também tinha meu irmão mais velho, o Luís, que morava em São Paulo. Ele era 7 anos mais velho que eu, e chegou a me levar pra uns dois bordéis, foi lá que conheci melhor a safadeza. Embora tímido eu nunca fui santo. Já dei uns "pegas" numas primas quando era mais novo. Sabe como é: brincadeira de noite e colchões espalhados pela varanda, sempre rola umas apalpadas embaixo do cobertor...
Mas a questão aqui é outra. Agora eu conto isso com calma, já se passaram 9 anos, mas não sei como eu vou estar escrevendo quando chegar a parte picante do caso da filha dos meus vizinhos, aquela doce loirinha chamada Gabriele, que durante um bom tempo ainda povoava meu imaginário, mas que agora nem penso muito, embora esteja com vontade de dividir essa história com vocês hoje.
Vou pular a parte introdutória e começar a contar do ponto em que as coisas começaram a acontecer.
A Gabriele era mais nova do que eu, era um doce, muito meiga, mas tinha umas pernas muito lindas e uma bundinha maravilhosa. Os peitinhos dela já começavam a fazer uma forma arredondada, embora fossem pequenos. Ela tinha uma pele branquinha, típica do povo do sul e cabelos encaracolados e loiros de uma tonalidade acinzentada que batiam um pouco embaixo dos ombros. Tinha os olhos com um tom de verde pro cinza. Sua boquinha era fina, mas bonita e ela tinha uma pintinha discreta no canto esquerdo do queixo, perto do lábio inferior. Se eu era tímido imagine ela. Meus pais conheciam os pais dela, nosso sítio ficava próximo da propriedade deles. Eu estudava na cidade, mas os pais dela preferiram que ela estudasse numa escola na vila. Meus pais se mudaram do interior de São Paulo para Santa Catarina quando eu tinha 10 anos. Depois de um tempo eles já eram muito chegados dos pais da Gabriele. Ela era filha única e eu acabei sendo uma boa companhia enquanto nossos pais conversavam durante as vizitas que faziam uns pros outros. Eles deviam pensar que a gente até daria um casal no futuro e logo poderíamos namorar porque pareciam confiar em mim pra andar sozinho pelo quintal com a filha deles. Mal sabiam que meus pais tinham plano de se mudar de lá, mas não contariam a ninguém até que já tivessem vendido o sítio. Eu via que estava adquirindo a confiança da Gabriele, e ela não parecia envergonhada em sair comigo pra fazer alguma coisa de tarde sem avisar os pais dela. Deu pra perceber que ela estava na minha, só que ela não sabia das minhas intenções. A gente tinha ficado - dados uns beijos uma vez ou outra, e eu cheguei a apalpá-la atrás da casa ou dentro do celeiro. Só que eu não queria ficar só nisso, ainda mais sabendo que logo eu ia me mudar de lá.
Eu comecei a reparar cada vez mais como a Gabi era gostozinha. Só que, embora ela parecesse gostar de mim, sua timidez era difícil de ser contornada então resolvi tentar ir domando a gatinha, fazer impor minha vontade até uma sexta-feira em que a convenci de que a gente precisava se ver de noite e ia ser no celeiro da casa dela. Disse que queria ficar com ela, já fazia duas semanas que ela estava evitando ficar comigo desde que eu coloquei a mão dentro da calça dela e alisei sua calcinha na última vez. Estranho porque um dia antes ela tinha deixado eu passar a mão e chupar os peitinhos dela. Mas o que importava era que naquela sexta-feira à noite eu queria ir mais longe, porque afinal eu precisava conhecer mais o corpo daquela loirinha gatinha antes de ir embora.
Sexta-feira, eu fiquei esperando no celeiro até que todas as luzes da casa dela se apagaram, e logo depois ela veio me encontrar.
Ela estava usando uma camiseta fina e uma calça de tactel verde que vestia pra ir na escola às vezes. Eu fiz o que fazia de costume: me aproximar, abraçá-la, beijá-la e tentar mostrar que gostava dela, embora o que eu realmente quisesse era comer aquela bucetina loira, ou pelo menos chupar o peitinho de novo e quem sabe beijar e lamber aquelas pernas lindas e conhecer melhor o formado do seu bumbum apalpando-o.
A luz da lua iluminava todo o corpo daquela loirinha linda enquanto eu a apalpava. Tirei a camiseta e comecei a chupar os peitinhos deliciosos e macios. Era tão bom lamber aqueles biquinhos rosinhas de uma linda adolescente. Eu fiquei imaginando se a bucetinha ou o cuzinho de Gabriele também seriam rosinhas e delicados como os seus deliciosos biquinhos. Desci um pouco e lambi sua barriguinha deliciosa enquanto apertava sua bundinha durinha cheia de juventude que só uma menina moleca tem. Dessa vez eu abaixei sua calça e ela não fez nenhuma objeção então virei Gabriele de costas pra mim - eu estava louco pra ver aquela bundinha com meus olhos, bem de perto. Quando eu encostei meu rosto naquele bumbum branquinho meu pau deu uma fisgada. Pro meu delírio parte da calcinha de algodão com estampa de coração estava tochada no seu lindo reguinho. Instintivamente eu meti minha língua ali no meio. Enquanto sentia o cheiro delicioso da bundinha de uma deliciosa ninfeta podia sentir a textura da calcinha de algodão em contato com meu rosto, e sem pensar dobrei a outra parte de trás da calcinha dela de maneira que tudo ficasse enfiado no meio da sua bundinha. Assim, com minhas mãos arranjei sua calcinha de maneira que parecesse um fio dental de algodão, enquanto lambia suas pernas, desde as panturrilhas até sua bunda. Fiquei louco de tesão quando vi que sua bundinha estava ficando arrepiada porque estava toda lambida enquanto batia uma leva brisa. Gabriele disse que estava ficando com frio, eu a levei pra mais dentro do celeiro. Já estava tudo esquematizado, eu tinha levado um cobertor e improvisado uma cama com uns tapetes e outras coisas. Então levei Gabriele pro meu "ninho de prazer" e a deitei de barriga pra cima, já havia conhecido um pouco da sua bundinha agora eu queria a bucetinha. Com a minha boca fui descendo sua calcinha, e pro meu espanto ela não teve reação. Parecia, ao mesmo tempo assustada, curiosa e talvez lisonjeada por ser meu objeto tão desejado de prazer. Desci a calcinha até o meio da suas coxas e pude ver um montinho de cabelos loiros na sua linda e preciosa xaninha. Ela parecia apreensiva, mas não dei tempo pra que ela pensasse ou tivesse qualquer reação que me fizesse parar, então meti minha boca na sua piriquita e senti o gosto único daquela pequenina chavasca de minha loirinha adolescente...
Isto é só o começo da história: a história da filha dos meus vizinhos. Se a repercussão for boa eu continuo contando minha história, com os detalhes mais picantes é claro.
Conto enviado em Contos de Teens - Comentários ( 3 )
Comentários para “A filha dos meus vizinhos”
Por é..... em 14/03/2012
foi até legalsinho ja peguei a minha vizinha mais o pai dela viu quase me matou mais blz nota 10 maninho
Por Anjo em 19/12/2011
Não é de todo ruim, talvez por tua falta de experiência (imagino-te muito novo, mais que a idade que declaras). Você bem poderia ler mais, escrever mais e tentar dar um sabor especial nos seus escritos. Vou dar-te nota (estrela) cinco.
Por denys em 12/12/2011
gostei dos detalhes bem legal. fiquei curioso para saber o resto.